Champanheria da Baixa

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Combinando o lado boémio com um outro mais sofisticado, a Champanheria da Baixa é uma espécie de tasca elegante onde o champanhe é rei e senhor. Um conceito novo e singular mas nada pretensioso ou exclusivista, que agradará a todos aqueles que não dispensam uma flute de champanhe em qualquer altura e não apenas em ocasiões festivas: porque qualquer dia ou qualquer hora feliz é motivo de alegria e convívio.

O Largo Mompilher ficou ainda mais bonito, com este novo espaço, informal e acolhedor, perto do Café Candelabro, e uma esplanada urbana a dar-lhe vida. Para “esplanadar” nos dias e noites mais quentes, partilhar uma garrafa de champanhe, cava ou espumante com os amigos no interior ou simplesmente pedir uma flute ao balcão, que se podem sempre acompanhar com umas tapas e petiscos. Tchim tchim!

Champanheria da Baixa
Largo Mompilher 1/2
Seg-Qui 12:00 -0:30 Sex-Sab 12:00-2:30
+351 220 962 809 | info@champanheriadabaixa.com
http://www.champanheriadabaixa.com
Preços: flute 2-9€, pratinhos 2€

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16 thoughts on “Champanheria da Baixa

  1. Tiago

    O espaço é interessante mas acontece isto que tem o seu quê de caricato:
    – quando há festas privadas, o acesso ao WC é vedado a todos os clientes que não pertençam à festa…
    Convém ter em atenção a quantidade de líquido que se ingere . Pelo sim pelo não fui para outro lado, aliás alternativas de qualidade não faltam!

  2. Joana Coutinho

    Tenho que lamentar a profunda falta de respeito pelos clientes demonstrada, como acima referido, quando há festas privadas. O espaço é mínimo, mas os donos acham por bem, não só dar festas privadas em espaços do tamanho de um átrio de casa-de-banho (permitindo que os outros desprezados clientes acedam ao WC mas no caso de demorarem mais de 1 minuto, porque o WC estava ocupado, aparecem todos empertigados e mal-educados a expulsarem-nos da fila e do átrio de WC onde excelsos clientes pagam para estar, em privado.), mas também aceitarem jantares no espaço onde está o balcão, e tendo a casa a rebentar pelas costuras, expulsando mais uma vez os clientes do interior. Nas palavras deles: “estas pessoas estão aqui a jantar (na única mesa que a Champanheria tem no interior), tenho que pedir que se afastem ou estejam lá fora.”

    No final de contas, não só são mal tratados os clientes que por lá passam para beber um copo como os que fazem reservas muito espectaculares, que não vêem o serviço ser garantido com qualidade. Os que jantam arriscam-se a sentir outras pessoas a respirarem 50cm acima deles, os das festas privadas vêem-se interrompidos constantemente por um leque de pessoas de bexiga inchada e com vontade da esvaziar.

    Lamentável.

  3. Olga Noronha

    Subscrevo por absoluto as palavras da Exma. Joana Coutinho.

    Lamentavelmente, sera um espaco que para alem de nao mais recomendar, ficara no termino da minha lista de locais a frequentar no Porto, pela extrema indelicadeza dirigida pela direccao do establecimento.

    Olga Noronha

  4. José Albino dos Santos Nogueira

    Aconselho os donos a olharem à sua volta. Alternativas para passar uma noite agradável? Não faltam… e depois queixem-se…

  5. Hugo

    O que dizer da Champanheria da Baixa…

    No passado fim-de-semana vimo-nos envolvidos numa situação perfeitamente surreal.

    Pedimos uma garrafa de Terras do Demo, pouco antes do serviço de bar encerrar e, como estava bastante calor, optámos por sair para a esplanada.

    Poucos minutos depois, e para nossa estupefacção, fomos abordados por um dos empregados que nos pediu que trocássemos as flutes por copos de plástico.

    Ao nosso argumento de que o comportamento em causa não era correcto e que teria sido preferível não nos terem servido, surgiu uma resposta absolutamente deliciosa por parte do proprietário: “Mas vocês gastaram 15 euros por seis pessoas e ainda se estão a queixar?”.

    Depois desta interpelação, seguiu-se uma conversa animada e em tom jocoso, que terminou com mais uma pérola: “Eu tenho uma memória fotográfica e pode ter a certeza que nunca mais a sirvo”, disse, dirigindo-se à minha companheira (que, ainda para mais, festejava o seu aniversário, brilliaaaant!).

    Da minha parte, agradeci-lhe apenas as sugestões que deu relativamente a concorrentes onde as bebidas eram, supostamente, bastante mais caras.

    A cereja em cima do bolo foi a entrada na discussão de uma migo do dono, no caso em questão o estilista Manuel Alves.

    Desde apelidar o espumante de zurrapa, a dizer que 15 euros era o que gastava num café no Ritz (adivinharam, em Lisboa), a denunciar o nosso “comportamento de pobre” e, imagine-se, oferecer-nos 20 euros para pagar a garrafa.

    Concluiu com um gesto obsceno, para pontuação máxima.

    Em suma, nunca fui tão mal recebido num espaço como na Champanheria da Baixa. O proprietário é arrogante e o seu discurso pedante, demonstrando um absoluto desrespeito pelos seus clientes.

    Não voltarei a frequentar a Champanheria da Baixa e o mesmo acontecerá com os nossos amigos, que muito se divertiram com este caricato episódio.

    • Mariana Santos

      Fiquei chocada, nunca lá fui e ía experimentar, daí andar a pesquisar por opiniões, mas sendo assim não irei! O meu companheiro é francês e é difícil encontrar bom champanhe no Porto, é uma pena, mas realmente não irei a sítios com este tipo de atendimento!
      Obrigada pelo relato.

  6. Paula Costa Teixeira

    Dono arrogante mal encarado! Por 2 vezes que lá fomos e o que o homenzinho fez, é um escândalo. Marcamos mesa para 5, jantamos e ficamos tranquilamente uma vez que gastamos mais de 100€. Entretanto como ele queria mesa para os amigos, fez com que um bêbado se sentasse na nossa cadeira livre assim arranjando maneira de nos levantarmos! Nem sequer disfarçou o que fez! Muito mau!

  7. Murcom Zola

    Os cliente maltratados, devem pedir o livro de reclamações, e expor lá o sucedido. Caso a gerência se negue a entrega-lo, o cliente deve chamar a polícia e apresentar queixa. A esquadra fica bem perto.

  8. Paulo Jorge

    Nunca fui lá, mas considerando o número de comentários negativos e os muito pouco e breves comentários positivos, a escolha de não experimentar sequer, está feita!

  9. José Ferreira Alves

    Vou de férias e ficar uns dias no Porto, bem perto, no Dom Henrique Hotel e fiquei interessado quando vi reportagem sobre este espaço, mas … face às opiniões aqui colocadas, nem me vou dar ao trabalho de lá ir, sempre poupo o incomodo e eventual mas estar.

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